IMOBILIÁRIO: Investimento imobiliário em Portugal cresce 18% e estabiliza yields...
O mercado imobiliário da Europa, Médio Oriente e Ásia apresentou sinais claros de estabilização e recuperação gradual do investimento imobiliário em 2025. Neste panorama, Portugal destaca-se com um crescimento de 18% face a 2024, mantendo as yields estáveis.
Esta é a principal conclusão do relatório EMEA Capital Markets Snapshot, referente ao último trimestre do ano transato, apresentado pela Colliers. Segundo este estudo, o retalho foi o sector que liderou o investimento no mercado português, com 29% do volume total, surgindo logo depois os setores de escritórios e hotelaria. Já o segmento industrial e logística representou 12,2% do volume de investimento.
“O mercado português demonstra resiliência num contexto europeu ainda seletivo. A estabilidade das yields e a recuperação do volume de investimento reflectem maior clareza na formação de preços e confiança crescente dos investidores em activos prime”, afirma, em comunicado, Pedro Valente, Managing Director da Colliers Portugal.
“Apesar da situação actual no Irão acredito que esse conflito não terá um impacto negativo significativo nos sectores imobiliário e deverá ser de curta duração. Caso a situação seja temporária terá também breve impacto na inflação, e também por essa via o setor do imobiliário em Portugal não será impactado”, acrescenta o responsável.
No que respeita às yields prime, no final do ano fixaram-se nos 5,00% para o segmento de escritórios, 5,75% em logística, 5,10% no residencial, 4,50% no retalho e 5,50% em hotelaria. Para este ano, a previsão é de que os segmentos de retalho e hotelaria continuem a crescer no país.
Já na Europa, os mercados do Reino Unido, França, Espanha e Países Baixos foram os que apresentaram maior dinamismo, com o sector de data centers a manter-se como principal motor de crescimento dos segmentos alternativos.
Perspectivas para 2026: yields estáveis suportam a actividade
Para este início de ano, a Colliers, empresa global de serviços profissionais e de gestão de investimentos, prevê maior dinamismo nos primeiros meses, devido ao fecho de operações transitadas de 2025, alertando, contudo, para uma recuperação selectiva e muito dependente da qualidade dos activos, acesso a financiamento e profundidade da procura investidora.
Em Portugal, a estabilidade das yields e a maior clareza no ajustamento de preços são factores que poderão continuar a suportar a actividade, especialmente no que respeita a activos prime dos segmentos de retalho, escritórios e hotelaria.
Contactos: +351 913 335 560 / nuno.garrido@casaviva.pt / @nuno_miguelgarrido
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