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IMOBILIÁRIO: Arrendar casa - 11% da oferta sai do mercado em menos de 24 horas...

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O arrendamento em Portugal não é homogéneo. A pressão da procura sobre a oferta é diferente de cidade para cidade, influenciando a evolução das rendas (há zonas onde estão a cair e outras onde continuam a aumentar). E também há casas que têm características que vão ao encontro da procura, como o preço, a tipologia e a localização, sendo por isso arrendadas mais rapidamente.  A nível nacional, cerca de 11% das casas para arrendar anunciadas saíram do mercado em menos de 24 horas no primeiro trimestre de 2026, revela a análise do idealista, o marketplace imobiliário do sul da Europa.  Em que distritos e ilhas há mais arrendamentos rápidos?   A ilha de São Miguel, nos Açores, é a zona do país onde o arrendamento é mais rápido, já que metade das casas para arrendar saiu do mercado em menos de 24 horas. Seguem-se os distritos de Beja, Évora, Guarda e Vila Real, onde um em cada três anúncios de habitações para arrendar foi retirado do portal imobiliário em menos de um ...

IMOBILIÁRIO: Análise comparativa de mercado - T2 - Célere Miraflores - Algés/Miraflores...

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Empreendimento Célere Miraflores O Célere Miraflores é um empreendimento residencial de luxo localizado em Algés/Miraflores - concelho de Oeiras, junto ao Parque de Santo António. Concluído pela promotora Vía Célere (data de início em 2018 / data de conclusão em 2021), destaca-se pela sua forte componente de inovação, áreas de lazer exclusivas e localização premium.  Constituído por 100 apartamentos, subdivididos em 4 lotes contíguos, de tipologias T1, T2, T3 e T4 (apartamentos e penthouses, com amplas varandas e terraços), distribuídos ao longo de 9 pisos.  NOTA: A maioria das fracções dispõe de vistas desafogadas sobre a cidade de Lisboa e o rio Tejo. Nas áreas comuns , o empreendimento conta com uma sala social-gourmet, ginásio totalmente equipado, sala de diversões para crianças, salas de condomínio, estacionamento para bicicletas e instalações sanitárias totalmente equipadas, enquanto que nos 4 pisos subterrâneos existem 236 lugares de estacionamento para automóveis e 24...

IMOBILIÁRIO: Portugal supera investimento imobiliário médio da Zona Euro...

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A Colliers, empresa global e diversificada de serviços profissionais e de gestão de investimentos, especializada nas áreas do Imobiliário Comercial, Engenharia e Gestão de Investimento, acaba de apresentar o relatório EMEA Capital Markets Snapshot Q1 2026, onde conclui que o mercado imobiliário português iniciou 2026 com uma trajectória de forte crescimento, consolidando-se como um dos mercados mais resilientes e competitivos do Sul da Europa. De acordo com este relatório da Colliers, o investimento imobiliário em Portugal atingiu os 915 milhões de euros no primeiro trimestre do ano, representando um crescimento homólogo de 34%. “Este desempenho foi impulsionado por um elevado volume de transacções off-market, com os activos de retalho e hotelaria a demonstrar grande robustez desde 2025. As yields mantiveram-se estáveis, reflectindo a política monetária do BCE e um ambiente de taxas de juro globalmente estável”, sublinha Pedro Valente, managing director da Colliers Portugal. O desempen...

IMOBILIÁRIO: Estrangeiros compram menos mas investem mais 10% por imóvel...

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O investimento estrangeiro no mercado de habitação da Área de Reabilitação Urbana de Lisboa (território que abrange todas as freguesias da cidade com excepção de Lumiar, Santa Clara e Parque das Nações) voltou a abrandar em 2025, - com uma redução de 12% no número de habitações adquiridas, face a 2024. No entanto, o capital investido manteve-se “relativamente estável”, sustentado pela “subida do valor médio das transacções”, segundo a Confidencial Imobiliário. Os investidores internacionais adquiriram 1.390 imóveis residenciais na ARU de Lisboa no ano passado, menos 180 do que em 2024, tendo o ano o nível de actividade mais baixo desde 2017. Já o investimento total atingiu os 879,5 milhões de euros, 3% abaixo dos 906,5 milhões de euros registados em 2024. Comprador estrangeiro revela elevada capacidade financeira, com os Estados Unidos a liderar em aquisições Para a revista, a evolução do mercado revela uma mudança no perfil da procura internacional - embora com menos activos, os compr...

IMOBILIÁRIO: Fraudes imobiliárias - incumprir um contrato pode ser crime?

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Nem todos os negócios imobiliários que correm mal acabam por configurar um crime. Em regra, falhar um contrato é uma questão civil, mas há situações em que o incumprimento pode esconder uma fraude. A diferença está na intenção. Um caso recente em Espanha e que pode ser analisado à luz da lei portuguesa, ajuda a perceber onde termina um simples incumprimento e começa a responsabilidade criminal. Incumprir um contrato não constitui, em regra, um crime. No direito português – à semelhança do espanhol – o incumprimento contratual integra o domínio do direito civil, sendo normalmente resolvido através da resolução do contrato, restituição das prestações já realizadas ou pagamento de uma indemnização. A intervenção do direito penal é, pois, excepcional, começam por explicar Mariana Pires e Nuno Lucas, associada e sócio do departamento de Contencioso da Fieldfisher Portugal , respectivamente. Um caso recentemente analisado em Espanha, na secção 23 da Audiência Provincial de Madrid * , rela...

IMOBILIÁRIO: Menos casas no mercado - oferta recua 14% no arranque de 2026...

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A falta de oferta de casas em Portugal é estrutural e continua a ser evidente, numa altura em que o interesse dos compradores se mantém elevado e os preços mantêm uma trajectória ascendente. No primeiro trimestre de 2026, o stock de habitação disponível para venda caiu 14% face ao mesmo período do ano passado, reflectindo a pressão crescente sobre o mercado residencial e as dificuldades da nova construção em acompanhar o ritmo da procura, segundo os dados analisados pelo idealista, o principal Marketplace imobiliário do sul da Europa.  Oferta de casas para comprar cai em 18 grandes cidades A oferta de habitação à venda diminuiu em 18 das 20 capitais de distrito e regiões autónomas analisadas, tendo-se registado aumentos apenas em Santarém (2%) e Vila Real (1%). Em sentido contrário, as maiores quebras da oferta observaram-se em Faro (-38%), Portalegre (-31%), Funchal (-26%) e Porto (-25%), seguidas de Évora (-21%), Coimbra (-16%), Aveiro (-15%), Castelo Branco (-15%), Braga (-...