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IMOBILIÁRIO: Os principais temas e noticias desta semana - 24/08/2026 a 28/08/2026...

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IMOBILIÁRIO Avaliação da habitação aumenta 15,2%... Preços das casas sobem apesar da quebra nas vendas... Imóveis à venda custam, em média, mais 159 mil euros do que o valor procurado... Alojamento Local - o que pode mudar até ao final de 2026... Nova lei do arrendamento - o que pode mudar para quem tem casa arrendada... Domicílio fiscal e morada fiscal não é o mesmo? CRÉDITO Comprar casa em Portugal com crédito: guia para estrangeiros... Não residentes pagam mais IMT e contratam menos crédito habitação... DECORAÇÃO Escritório em casa - a nova obsessão da decoração... Azul-turquesa na decoração - como usar esta cor em casa... Decoração com lembranças das férias - objectos que contam histórias... OBRAS & CONSTRUÇÃO Contrato de empreitada - a importância de definir bem as cláusulas... CASAS PRÉ-FABRICADAS & MODULARES Casa pré-fabricada em betão por menos de 60.000 euros chega ao mercado Casa modular - T0 - 48 m2 Casa modular - T1 - 60 m2  Casa modular - T2 - 73,50 m2 Casa mod...

OUTROS TEMAS: Férias fora de época - os 9 melhores destinos portugueses em Setembro...

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Quando as férias grandes chegam ao fim e o país volta ao ritmo "normal", surge uma excelente oportunidade para descobrir onde ir de férias em Setembro em Portugal.  O Verão mantém-se vivo, sobretudo no sul e no interior, mas as praias ganham espaço e os restaurantes voltam a ter mesas disponíveis sem longas esperas. Ao mesmo tempo, as manhãs e as noites mais frescas tornam os passeios, os trilhos e os jantares ao ar livre ainda mais agradáveis. Para quem não está preso ao calendário escolar, Setembro pode ser o melhor mês para viajar pelo país: há mais sossego, alguma descida nos preços e tempo suficiente para continuar a mergulhar, explorar aldeias ou passar dias inteiros junto ao mar. Destinos de praia para prolongar o verão Setembro é o mês ideal para quem ainda quer praia, mas já não tem paciência para chegar ao areal e descobrir que não há espaço para abrir uma toalha. A temperatura do ar mantém-se elevada em boa parte do país e o mar, depois de meses de Verão, está gera...

IMOBILIÁRIO: Avaliação da habitação aumenta 15,2%...

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O valor mediano de avaliação bancária na habitação foi 2.240 euros/m² em Julho, mais 12 euros que o observado no mês precedente. Em termos homólogos, a taxa de variação fixou-se em 15,2% (16,6% no mês anterior).  Segundo os dados divulgados pelo INE (Índice nacional de Estatística), em Julho deste ano, o valor mediano de avaliação bancária, realizada no âmbito de pedidos de crédito para a aquisição de habitação, fixou-se em 2.240 euros por m², tendo aumentado 12 euros (0,5%) relativamente a Junho. O maior aumento foi na região do Alentejo face ao mês anterior (1,3%). A maior descida verificou-se na Região Autónoma dos Açores (-1,9%). Em comparação com Julho de 2025, o valor mediano das avaliações cresceu 15,2%, registando-se a variação mais acentuada na Península de Setúbal (20,4%). Não se verificaram reduções. Valor mediano de avaliação de apartamentos subiu 16,5% No que toca aos apartamentos, no mês de Julho, o valor mediano de avaliação bancária os foi 2.627 euros/m², superior e...

IMOBILIÁRIO: Domicílio fiscal e morada fiscal não é o mesmo?

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O que é o domicílio fiscal? O domicílio fiscal é o endereço que identifica a residência habitual de uma pessoa para efeitos tributários. De acordo com a Lei Geral Tributária, no caso das pessoas singulares, corresponde ao local da residência habitual e deve ser comunicado à Autoridade Tributária. Na prática, a morada que consta no cadastro da Autoridade Tributária é habitualmente designada por morada fiscal. Quando há uma alteração da residência habitual, o contribuinte deve actualizar os seus dados fiscais dentro dos prazos previstos. Já a residência fiscal é um conceito diferente. Está relacionada com a determinação de quem é considerado residente em Portugal para efeitos de IRS. Entre outros critérios, é considerada residente a pessoa que permaneça em território português mais de 183 dias, seguidos ou interpolados, num período de 12 meses com início ou fim no ano em causa. Também pode existir residência fiscal quando, permanecendo menos tempo, a pessoa disponha de uma habitação em c...

IMOBILIÁRIO: Preços das casas sobem apesar da quebra nas vendas...

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Menos transacções num mercado com preços elevados O mercado imobiliário português atravessou os primeiros seis meses de 2026 com uma redução do número de transacções, num contexto marcado pela escassez de oferta e pela subida dos preços das casas. A facturação das principais redes de mediação aumentou, acompanhando a valorização dos imóveis transaccionados e os dados do Instituto Nacional de Estatística (INE) ajudam a explicar esta evolução. No primeiro trimestre de 2026, o preço mediano por metro quadrado pago por compradores com domicílio fiscal no estrangeiro foi 29,7% superior ao valor pago pelos compradores nacionais. Esta diferença foi ainda mais expressiva na Grande Lisboa, onde chegou a 34,5%, enquanto no Algarve atingiu 24,5%. Preços mais altos ajudam a sustentar o negócio A subida dos preços tem permitido compensar parcialmente a redução do número de vendas. Com cada imóvel a representar um valor de transacção mais elevado, as comissões associadas à mediação podem manter-se o...

IMOBILIÁRIO: Imóveis à venda custam, em média, mais 159 mil euros do que o valor procurado...

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O mercado residencial português apresenta um desfasamento significativo entre aquilo que está disponível para venda e o que os compradores procuram. Dados do Imovirtual relativos aos últimos três meses, entre Maio e Julho de 2026, mostram que o preço médio dos apartamentos e moradias anunciados é de 399.155 euros, enquanto o valor médio das pesquisas se situa nos 240.000 euros. A diferença corresponde a cerca de 66%, revelando um afastamento expressivo entre os preços praticados na oferta e a capacidade ou intenção de compra reflectida nas pesquisas dos utilizadores. Mas o desfasamento não se limita ao preço. Também ao nível das tipologias a oferta e a procura apresentam comportamentos distintos. Moradias são mais procuradas, mas menos disponíveis Entre os anúncios únicos analisados, 60,9% correspondem a apartamentos e apenas 39,1% a moradias. Nas pesquisas com localização geográfica, a relação é praticamente inversa: 57,3% incidem sobre moradias, enquanto 42,7% dizem respeito a aparta...

OUTROS TEMAS: 4 razões surpreendentes para se mudar para Viseu… e uma curiosidade heroica!

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Há cidades que nasceram para estar no centro de tudo. Viseu é uma delas. Muito antes de ser conhecida como Cidade-Jardim ou de conquistar sucessivos elogios pela qualidade de vida, já a antiga Vissaium romana era um importante ponto de encontro de estradas, ligando diferentes cidades da Lusitânia. Do alto da colina da Sé, a história acumulou-se em camadas: romanos, suevos, visigodos, muçulmanos, reis e bispos deixaram marcas numa cidade que soube sobreviver às mudanças sem perder a sua identidade. Hoje, Viseu é uma cidade de dimensão confortável, rodeada de natureza, com uma vida cultural própria e uma gastronomia que leva muito a sério os sabores da região. Talvez seja essa a sua maior surpresa: Viseu não precisa de ser uma grande cidade para oferecer uma grande vida. A dimensão da cidade permite uma relação muito diferente com um quotidiano que cabe melhor dentro dos dias. Viseu não é apenas uma cidade onde se vive; é uma cidade onde sobra tempo para viver. 1. É uma cidade que sabe ...