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OUTROS TEMAS: Lisboa no pódio das melhores cidades do mundo para Arte Urbana

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Lisboa acaba de ser reconhecida pelo ranking mundial da plataforma ‘Street Art Cities’ com o 3.º lugar entre as melhores cidades do mundo para os amantes de arte urbana. A capital portuguesa foi apenas ultrapassada por Madrid, que conseguiu o 1.º lugar, e Atenas, que alcançou a 2.ª posição no ranking. O reconhecimento pela maior comunidade digital do mundo dedicada à arte urbana projecta Lisboa como um destino de excelência para os apreciadores deste tipo de arte, conseguindo mesmo ultrapassar cidades emblemáticas como Berlim (7.º lugar), Londres (8.º), Nova Iorque (10.º) e Paris (13.º). Factores como a quantidade e qualidade das intervenções no espaço público, a relevância cultural e o impacto comunitário foram fundamentais para que Lisboa recebesse esta distinção. O mural “Calypso”, assinado pela artista nacional Patrícia Mariano, no Bairro da Bela Flor em Campolide, é um dos destaques da arte urbana lisboeta. Esta obra, criada no âmbito da 6.ª edição do Festival MURO 2025, chegou à ...

OUTROS TEMAS: Seguro da casa e do carro - indemnizações em caso de catástrofes naturais...

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A passagem da depressão Kristin pelo território nacional deixou um rasto de destruição, afectando principalmente os distritos de Leiria, Coimbra, Santarém, Castelo Branco e Lisboa, e o Governo decretou estado de calamidade em 60 concelhos das zonas mais afectadas. A tempestade provocou várias vítimas mortais, feridos e desalojados, além de danos significativos em habitações, edifícios, viaturas, infraestruturas e redes de serviços essenciais. Perante este cenário, surge uma dúvida frequente: os seguros cobrem os prejuízos causados por fenómenos naturais? E em zonas declaradas em situação de calamidade? Saiba mais sobre a legislação aplicável, coberturas essenciais e os procedimentos a seguir. Situação de calamidade não invalida os seguros Segundo o artigo 61.º da Lei de Bases da Proteção Civil , qualquer cláusula em contratos de seguro que exclua a responsabilidade da seguradora devido à declaração de situação de calamidade é considerada nula e sem efeitos. Isto significa que, mesmo qu...

IMOBILIÁRIO: Quanto valem hoje as casas em Portugal?

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O valor mediano de avaliação bancária na habitação aumentou 17,3% em 2025 face a 2024, fixando-se em 1.949 euros por metro quadrado (m2), com todas as regiões a registarem subidas, informou esta terça-feira o Instituto Nacional de Estatística (INE). A Península de Setúbal apresentou a maior subida (23,0%) e a Região Autónoma dos Açores o menor aumento (11,9%). Por tipo de alojamento, no ano passado, o valor mediano de avaliação bancária, realizada no âmbito de pedidos de crédito para a aquisição de habitação, aumentou 21,0% nos apartamentos e 11,5% nas moradias, para 2.239 euros/m2 e 1.435 euros/m2, respectivamente (1.851 euros/m2 e 1.287 euros/m2 em 2024). Novo máximo histórico em dezembro Considerando apenas o mês de Dezembro de 2025, o valor mediano de avaliação bancária aumentou 21 euros (1,0%) face ao mês anterior, para 2.081 euros por metro quadrado, ficando 19,1% acima de Dezembro de 2024 (18,4% em Novembro). A variação mais acentuada na Península de Setúbal (27,3%) e não se ten...

IMOBILIÁRIO: Comprar casa custa menos de 36 mil euros nestes 10 municípios...

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Portugal vive, hoje, uma crise no acesso à habitação agravada pela subida dos preços das casas. Mas a verdade é que o país esconde uma realidade habitacional muito diferente a nível local. Há 10 municípios no país onde é possível comprar uma habitação de 100 metros quadrados por menos de 36 mil euros. Estes valores contrastam com os preços da habitação praticados nos grandes centros urbanos de Lisboa, Porto e Faro, que podem ser dez vezes superiores. No último ano terminado em Setembro de 2025, foram vendidas 167.003 habitações no nosso país, pelo preço mediano de 1.991 euros por metro quadrado (euros/m2). E a verdade é que a grande maioria dos municípios portugueses (248 concelhos) apresentaram preços inferiores à mediana nacional, tal como mostram os dados do Instituto Nacional de Estatística (INE) divulgados esta segunda-feira, dia 2 de Fevereiro.  Estes são os 10 municípios mais baratos para comprar casa É no interior do país onde se situam os 10 municípios mais baratos para co...

IMOBILIÁRIO: Como o Governo quer apoiar famílias e empresas afectadas pela depressão Kristin...

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O Governo anunciou no passado Domingo um pacote de apoios que poderá atingir os 2,5 mil milhões de euros para responder aos estragos provocados pela depressão Kristin, abrangendo famílias, empresas e entidades públicas. As 14 medidas, apresentadas pelo primeiro-ministro, Luís Montenegro, foram aprovadas na reunião extraordinária do Conselho de Ministros, que decidiu também prolongar até 08 de Fevereiro a situação de calamidade, mantendo em vigor os mecanismos excepcionais de coordenação e resposta. Eis os principais pontos anunciados pelo primeiro-ministro: Apoios à reconstrução da habitação, agricultura e floresta até 10 mil euros O Governo aprovou apoios para obras na habitação própria e permanente até 10 mil euros, sem exigência de documentação quando não exista seguro aplicável, mediante vistoria das Comissões de Coordenação e Desenvolvimento Regional (CCDR) e das câmaras municipais. O mesmo regime aplica-se a prejuízos na agricultura e na floresta. Intervenções urgentes em cobertu...

IMOBILIÁRIO: Quem é responsável pelos danos do temporal em casas arrendadas?

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O mau tempo continua a marcar presença em grande parte do território continental e, segundo as previsões, a trégua será curta, com novos períodos de chuva intensa e vento forte já nos próximos dias. Entre depressões sucessivas e episódios de precipitação forte, muitas habitações acabam por sofrer as consequências. Quando a chuva entra pelas nossas casas é comum surgirem infiltrações, cheias repentinas ou estragos nas paredes, nos tectos e nas peças de mobiliário. Perante estes danos, é natural que surja uma dúvida: quem deve intervir, tratar das reparações e assumir os custos: o inquilino, o senhorio ou o condomínio? O senhorio tem de garantir que a casa serve para viver Quando arrenda uma casa, não está só a pagar um espaço com quatro paredes. A lei diz que o senhorio tem de lhe garantir que a habitação está em condições de ser usada normalmente. Em termos simples: tem direito a viver numa casa segura, seca e habitável. Se o tecto começa a pingar com a chuva, se surgirem infiltrações ...