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IMOBILIÁRIO: Tendências sustentáveis lideram decisões de compra no imobiliário...

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O sector imobiliário em Portugal exige uma constante adaptação às necessidades e exigências dos clientes, sobretudo em termos de sustentabilidade, dada a crescente consciencialização da população para esse tema. É nesse sentido que destacamos, aquelas que considera serem as três principais tendências que estão a transformar o mercado residencial sustentável a nível nacional. 1 - Materiais de construção ecológicos em crescimento A cortiça, a madeira natural, os materiais reciclados e as tintas sem químicos estão a ganhar popularidade devido à sua durabilidade e forte desempenho térmico, assim como pela sensação de bem-estar e conforto que garantem. Os ambientes mais saudáveis, com menos materiais sintéticos, começam também a ser alvo de maior procura, uma vez que proporcionam uma melhor qualidade de ar interior e menor necessidade de climatização. Compradores que procuram imóveis construídos com materiais ecológicos valorizam estilos de vida minimalistas e conectados com a natureza, alg...

IMOBILIÁRIO: Certidão predial negativa - o que é, para que serve e como pedir...

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Quando se lida com processos legais, fiscais ou administrativos relacionados com imóveis, é essencial conhecer os documentos adequados. Entre eles, a Certidão Predial Negativa é frequentemente necessária, mas muitas pessoas confundem a sua função com a da certidão predial permanente. Neste artigo explicamos de forma clara o que é, para que serve, e como obtê-la. O que é a Certidão Predial Negativa? A Certidão Predial Negativa é um documento emitido pelo Portal das Finanças, que comprova a inexistência de imóveis registados em nome de um contribuinte singular. Em termos simples, confirma que: *  Uma pessoa singular não possui imóveis registados numa determinada conservatória; Para que serve? A certidão predial negativa é utilizada sobretudo para: *  Comprovar que um contribuinte singular não tem imóveis registados; *  Instruir processos judiciais, administrativos ou fiscais que exijam a prova de inexistência de imóveis; *  Ser exigida em processos de insolvência, hera...

IMOBILIÁRIO: Arrendamento acessível em Lisboa renovado por um ano...

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Arrendamento acessível em Lisboa continua em 2026 O programa de arrendamento acessível em Lisboa vai manter-se activo por mais um ano. A Câmara Municipal de Lisboa aprovou a renovação do subsídio municipal à renda até Fevereiro de 2027, garantindo apoio a centenas de famílias da cidade. A decisão foi tomada por unanimidade numa reunião do executivo municipal realizada a 4 de Março. O objectivo é assegurar que os actuais beneficiários do programa de arrendamento acessível em Lisboa continuam a receber apoio financeiro para suportar os custos da habitação. Actualmente, o apoio chega a 325 agregados familiares, que recebem um subsídio mensal para ajudar no pagamento da renda. Esta medida integra o Programa do Subsídio Municipal ao Arrendamento Acessível, criado para apoiar famílias cujas rendas são demasiado elevadas face ao rendimento mensal. Apoio municipal chega a 325 famílias A renovação do programa implica uma despesa municipal estimada em 1,2 milhões de euros. Este valor garante a c...

OUTROS TEMAS: Adega no Douro combina natureza, vinho e design de forma discreta...

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As grandes regiões vinícolas do mundo têm mais em comum do que o clima e a tradição. Partilham uma paisagem profundamente moldada pela viticultura. Socalcos, muros de suporte, encostas inclinadas e caminhos desenham um território onde a arquitectura do vinho não pode ser vista como um objecto isolado – faz parte do cenário, quase como mais uma camada da Terra. Hoje, as adegas já não são pensadas apenas como infraestruturas de produção. São espaços que dialogam com o relevo, com a história agrícola e até com a experiência de quem as visita. Não é só sobre fazer vinho, é sobre sentir o lugar. Foi, precisamente, através dessa lógica que nasceu o projecto da adega da Quinta de Adorigo, no vale do Douro. Aqui, a arquitectura não se impõe à paisagem. Pelo contrário, parece emergir da mesma, acompanhando as curvas naturais do terreno e o ritmo dos socalcos cobertos de vinha. É um exemplo claro de como construir pode significar integrar e não dominar. Uma arquitectura que se funde na paisagem ...

OUTROS TEMAS: Parques de Sintra receberam 3,1 milhões de visitantes em 2025 e reforçam valorização do património...

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Os monumentos geridos pela Parques de Sintra‑Monte da Lua receberam 3,1 milhões de visitantes em 2025, menos do que os 3,4 milhões registados em 2024, numa redução que a administração justifica com a estratégia de melhoria da experiência de visita e de protecção do património. Em entrevista à agência Lusa, o presidente da empresa, João Sousa Rego, explicou que a introdução de limites diários de visitantes em alguns monumentos permitiu adaptar o fluxo turístico à capacidade de cada espaço. O Parque e Palácio Nacional da Pena continuaram a ser o principal polo de atracção, com 1,9 milhões de visitantes, seguindo-se o Castelo dos Mouros com 409 mil, o Palácio Nacional de Sintra com 400 mil, o Palácio de Monserrate com 200 mil e o Palácio Nacional de Queluz com 155 mil visitantes. A redução do número de visitantes — também influenciada por períodos de mau tempo e restrições de acesso à serra de Sintra devido ao risco de incêndio — reflectiu-se nas receitas. Em 2025, a empresa registou 40,1...

OUTROS TEMAS: Como o conflito no Irão afecta os preços da energia em Portugal?

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A tensão no Médio Oriente voltou a colocar o mercado energético em alerta depois de o Irão declarar controlo sobre o Estreito de Ormuz, uma das principais rotas mundiais de transporte de petróleo e gás. Esta rota é fundamental para a circulação de crude e gás natural liquefeito, e qualquer perturbação pode ter repercussões globais.  Portugal não importa grande parte do petróleo diretamente dos países do Golfo Pérsico, mas o preço do crude é definido em mercados internacionais. Alterações na oferta ou percepções de risco podem reflectir-se nos preços dos combustíveis, do gás e da electricidade no país. Eis algumas perguntas e respostas sobre o que está em causa e como isso pode chegar aos bolsos dos consumidores portugueses. O que é o Estreito de Ormuz e porque é importante?  O Estreito de Ormuz é uma passagem marítima entre o Golfo Pérsico e o Golfo de Omã por onde passa cerca de 20% do petróleo mundial transportado por via marítima e uma parte significativa do gás natural liq...

IMOBILIÁRIO: Portugal e a geração sem casa própria - uma mudança estrutural, não conjuntural...

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Não se constrói uma sociedade sustentável quando uma fatia crescente da população sente que não há lugar para si. Durante décadas, o percurso parecia traçado: estudar, começar a trabalhar, comprar casa, construir família. Ter casa própria era mais do que um objectivo — era um marco de independência, segurança e realização pessoal. E durante muito tempo, esse caminho foi possível para a maioria. Hoje, já não é. E isso não é apenas um efeito colateral da crise, da inflação ou das taxas de juro — é o reflexo de uma mudança estrutural, silenciosa, mas profunda. Pela primeira vez, Portugal está a formar uma geração que quer comprar, mas não consegue. Uma geração que trabalha, que poupa, que procura — mas que esbarra num mercado que deixou de falar a sua língua. Os rendimentos não acompanham os preços. A oferta escasseia ou surge fora dos centros onde estão os empregos e as oportunidades. Os apoios públicos, mesmo quando bem-intencionados, chegam tarde ou não chegam a quem mais precisa. E o ...