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OUTROS TEMAS: Mosteiro dos Jerónimos - a história por detrás da origem do nome...

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Se já esteve em Belém, Lisboa, é quase impossível não ter ficado impressionado com a imponência do Mosteiro dos Jerónimos. Este é um dos monumentos mais emblemáticos de Portugal e um dos maiores símbolos da  época dos Descobrimentos .  Mas afinal,  porque se chama Mosteiro dos Jerónimos ? O nome não é aleatório nem apenas decorativo – tem uma origem histórica e religiosa muito concreta. Neste artigo explicamos-lhe de forma simples e factual a razão do nome e o contexto que lhe deu origem. A origem do nome Mosteiro dos Jerónimos O Mosteiro dos Jerónimos recebeu este nome porque foi entregue à  Ordem de São Jerónimo , também conhecida como Ordem dos Jerónimos. Esta ordem religiosa seguia os ensinamentos de São Jerónimo, um dos mais importantes doutores da Igreja Católica, responsável pela tradução da Bíblia para latim (a Vulgata). Quando o rei  D. Manuel I  mandou construir o mosteiro, em 1501, decidiu entregá-lo a esta ordem religiosa. Os monges jerónimos pa...

OUTROS TEMAS: Ponte D. Luís I - o rei, a inauguração e o nome que ficou para sempre...

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Se já passeou pela Ribeira do Porto ou pelo Cais de Gaia, sabe que a   Ponte D. Luís I   domina completamente a paisagem sobre o rio Douro. É um dos monumentos mais fotografados da cidade e um verdadeiro cartão‑de‑visita do Norte de Portugal.  Mas afinal,  porque se chama Ponte D. Luís I?  O nome não é apenas uma homenagem simbólica – está directamente ligado à monarquia portuguesa do século XIX.  Neste artigo explicamos-lhe a origem do nome, o contexto histórico da construção e alguns dados curiosos sobre esta ponte icónica do Porto. A ponte recebeu o nome de que rei? A Ponte D. Luís I recebeu o nome em homenagem ao  rei D. Luís I de Portugal , que reinou entre 1861 e 1889. Durante o seu reinado, o país investiu fortemente em obras públicas e infraestruturas, incluindo caminhos de ferro e pontes metálicas. A ponte foi inaugurada a  31 de Outubro de 1886 , ainda durante o reinado de D. Luís I. Era prática comum, na época, atribuir o nome do monarc...

OUTROS TEMAS: Tudo o que muda com a nova Lei da Nacionalidade...

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A recente   revisão da Lei da Nacionalidade , aprovada no Parlamento em Abril e, entretanto, promulgada, veio introduzir um conjunto de alterações significativamente mais amplo - e, em vários aspectos, mais exigente - do que aquilo que era antecipado nas propostas anteriormente conhecidas, designadamente as versões discutidas em Junho e Outubro. O diploma final revela uma densidade normativa que vai além das alterações mais mediáticas e que, em alguns casos, poderá ter impacto directo e inesperado na esfera jurídica de muitos requerentes,  começa por explicar Ana Lamares, sócia da sociedade de advogados  Lamares, Capela & Associados , neste artigo. Algumas dessas mudanças não são imediatamente evidentes para o público em geral, surgindo de forma menos explícita no texto legal - e às quais dedicaremos mais detalhe adiante - mas com consequências práticas relevantes no momento do exercício do  direito à nacionalidade. Entre essas alterações, destacam-se, por exempl...

IMOBILIÁRIO: Animais de estimação em casa - o que tem de saber se vive num prédio...

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Se tem   animais de estimação   e vive num   prédio , fica a saber que é permitida a coabitação, em casa, de até três cães ou quatro gatos, não podendo, no total, contar-se mais de quatro animais de estimação. E será que há mais regras a ter em conta, nomeadamente tendo em vista a manutenção de uma boa vizinhança? Explicamos tudo sobre este tema no artigo desta semana. Caso prático: Moro neste prédio há cinco anos e agora, por insistência dos filhos, decidimos adoptar um cão e um gato. Nenhum dos meus vizinhos, o prédio tem 12 apartamentos, tem animais de estimação. Será que podemos ter animais em casa? O que devo fazer para conhecer as regras do condomínio? Resposta: Em primeiro lugar, queremos esclarecer que os animais de estimação só podem ser adoptados e ficar na casa dos donos se tal não representar risco de saúde para os  vizinhos  ou causar problemas de higiene no prédio. Se tem essas questões controladas, e acreditamos que assim será, informamos que é pe...

IMOBILIÁRIO: Terrenos sem dono passam para o Estado após 15 anos...

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As   terras rústicas sem proprietário conhecido   vão passar a ser abrangidas por um novo mecanismo de gestão pública, que prevê o seu registo provisório em nome do Estado. Caso, no prazo de 15 anos, não seja apresentada qualquer reclamação válida, esses terrenos poderão ser integrados de forma definitiva no património estatal.  O regime, criado em 2019 na sequência dos incêndios de Pedrogão Grande e nunca aplicado, foi, entretanto, relançado através de alterações ao sistema de informação cadastral simplificado e ao  Balcão Único do Prédio (BUPi) , tal como explica o  Jornal de Negócios.  O objectivo passa por identificar e organizar terrenos rústicos ou mistos que constam nas matrizes fiscais, mas não têm proprietário devidamente registado ou identificável. Na prática, o processo arranca com a tentativa de cruzamento de dados entre a Autoridade Tributária (AT) e o   registo predial.  Quando não é possível identificar o dono efetivo, o imóvel é pu...