IMOBILIÁRIO: O que posso construir aqui? Aplicação ATLAS faz raio-x aos terrenos

Chama-se ATLAS e é uma plataforma de inteligência territorial que promete transformar a forma como são tomadas decisões sobre terrenos no sector imobiliário e da construção. A aplicação, lançada pelo Segmento Urbano, empresa especializada em inteligência territorial aplicada ao desenvolvimento de activos imobiliários, é apresentada oficialmente no Salão Imobiliário de Portugal (SIL), que se realiza de 23 a 25 de Abril de 2026 na FIL, no Parque das Nações, em Lisboa. 

“O que posso construir neste terreno? Todas as decisões começam aqui”, lê-se no site do ATLAS, que já se encontra disponível – a aplicação, no entanto, estará disponível nos sistemas Android e IOS apenas a partir de Julho.

“O ATLAS permite compreender rapidamente o potencial de um activo territorial, identificar as condicionantes e o enquadramento urbanístico, explorar cenários de desenvolvimento e reduzir o risco associado à tomada de decisão. Através de uma interface simples, o utilizador pode desenhar directamente um terreno no mapa e aceder a uma leitura integrada que reúne, num único ponto, informação relevante que tradicionalmente exigiria múltiplas fontes e análise técnica especializada. Após submissão desta informação, o ATLAS fornecerá um relatório imediato e automático sobre o terreno em análise”, indica, em comunicado, o Segmento Urbano. 

Trata-se de uma funcionalidade que se encontra disponível, para já, nos municípios de Lisboa, Porto, Sintra, Cascais, Setúbal, Lagos, Beja, Alcácer do Sal, Matosinhos e Aljezur. Para o restante país, o relatório será enviado num prazo entre 48 a 72 horas.

Segundo a empresa, o ATLAS resulta de uma arquitectura avançada desenvolvida em parceria com a Closer, combinando Inteligência Artificial (IA), processamento de dados geoespaciais e múltiplas fontes de informação territorial. 

“A plataforma agrega dados georreferenciados, legislação urbanística e planos territoriais, como PDM (Plano Diretor Municipal), REN (Reserva Ecológica Nacional) ou RAN (Reserva Agrícola Nacional), aplicando modelos de interpretação automatizada que permitem organizar e transformar grandes volumes de informação técnica e normativa numa base clara e utilizável para a decisão. Este processo reduz significativamente o tempo necessário para avaliações preliminares, mantendo o rigor exigido pelo sector”, lê-se na nota.

"Uma nova forma de ler o território"



Citada no documento, Maria João Correia, arquitecta e fundadora do Segmento Urbano, comenta que a forma como hoje se decide sobre território continua, em muitos casos, desajustada à complexidade e ao valor em causa. “Projetos de milhões dependem ainda de informação dispersa, processos morosos e interpretações pouco uniformes. O ATLAS surge precisamente para desafiar esse modelo e introduzir uma nova forma de ler o território: mais integrada, rápida e alinhada com a exigência actual do sector. Mais que uma ferramenta digital, representa uma mudança de paradigma na forma como se estrutura a decisão territorial”, explica.

"Projectos de milhões dependem ainda de informação dispersa, processos morosos e interpretações pouco uniformes. O ATLAS surge precisamente para desafiar esse modelo e introduzir uma nova forma de ler o território: mais integrada, rápida e alinhada com a exigência actual do sector"
Maria João Correia, arquitecta e fundadora do Segmento Urbano.

A responsável adianta, ainda, que o ATLAS é uma plataforma de inteligência territorial pensada para evoluir de forma progressiva, tanto em cobertura como em profundidade de análise e funcionalidades. “Está a ser disponibilizada de forma faseada, acompanhando a integração contínua de novos dados e capacidades. A ambição é que se torne uma referência transversal para diferentes perfis, de profissionais particulares, e que passe a fazer parte natural do processo de decisão, com a flexibilidade e robustez que o setor exige”, conclui.

No SIL 2026, onde será apresentada oficialmente, a aplicação poderá ser testada gratuitamente, fornecendo relatórios completos. O objectivo é demonstrar, na prática, como a leitura do território pode ser simplificada e integrada num processo mais ágil e informado.

Contactos: +351 913 335 560 / nuno.garrido@casaviva.pt / @nuno_miguelgarrido

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