IMOBILIÁRIO: Casas para arrendar em Portugal - oferta recua 13% no início de 2026...



O mercado da habitação tem estado a mudar em Portugal. As rendas das casas têm descido nos últimos meses, apesar de haver menos produto de arrendamento anunciado. Isto pode ser explicado pela menor pressão da procura de casas para arrendar numa altura em que a compra de casa no país continua em alta, apesar dos altos preços, fomentada pelos apoios aos jovens.

Em termos gerais, quem procura casa neste mercado vai deparar-se com um menor leque de escolha. Isto porque o stock de habitação para arrendar em Portugal desceu 13% no primeiro trimestre de 2026 face ao mesmo período do ano anterior, segundo a análise de dados do idealista, o principal marketplace imobiliário do sul da Europa. No entanto, esta queda na disponibilidade de habitação para arrendar não é homogénea no país, tendo subido na maioria das grandes cidades analisadas.

Menos casas para arrendar no Porto e em Lisboa

A oferta de casas para arrendar aumentou em 13 das 19 capitais de distrito (ou de regiões autónomas) analisadas no último ano. Faro foi a cidade onde o stock mais cresceu (50%), seguida de Viana do Castelo (41%), Ponta Delgada (37%), Bragança (36%) e Vila Real (26%).

Registaram-se também incrementos anuais da oferta de casas no mercado de arrendamento no início de 2026 no Funchal (22%), Beja (18%), Setúbal (17%), Évora (16%), Leiria (11%), Viseu (7%), Santarém (7%) e Aveiro (1%).

Em sentido contrário, o universo de casas para arrendar diminuiu em seis grandes cidades. Porto (-35%) e Coimbra (-31%) registaram as quedas mais acentuadas, seguidas da Guarda (-29%), Lisboa (-18%), Castelo Branco (-16%) e Braga (-3%).

Maioria dos distritos e ilhas com mais casas para arrendar 

O stock de casas para arrendar aumentou em 14 dos 20 distritos e ilhas analisadas no último ano. A ilha de São Miguel liderou o crescimento do stock, com uma subida de 58%, seguida de Portalegre (38%), Évora (31%), Viana do Castelo (30%), Bragança (26%) e Vila Real (23%).

Também se registaram aumentos da oferta nos mercados de arrendamento da ilha da Madeira (21%), Beja (16%), Viseu (14%), Santarém (14%), Braga (5%), Guarda (4%), Leiria (4%) e Aveiro (2%). Em Setúbal, o stock manteve-se estável.

Por outro lado, a oferta de casas para arrendar diminuiu em cinco distritos. Porto (-26%) e Coimbra (-25%) registaram as quebras mais expressivas, seguidos de Lisboa (-14%), Castelo Branco (-3%) e Faro (-2%).

Metodologia

Os dados apresentados foram recolhidos e analisados pelo idealista, a proptech do idealista que fornece informações destinadas a profissionais do setor para apoiar decisões estratégicas em Portugal, Espanha e Itália. O idealista baseia-se numa vasta base de dados própria e recorre ainda a dados públicos e privados, oferecendo serviços de avaliação, investimento, angariação e análise aprofundada de mercado.

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