OUTROS TEMAS: Festival Espanto regressa a Cascais...
Nascido com a ambição de levar a Filosofia para fora do panorama académico e aproximá-la do espaço público, o festival afirmou-se, em 2025, como um lugar de encontro entre reflexão, actualidade e cidadania, mostrando que pensar não é um exercício abstrato, mas uma necessidade vital num mundo marcado pela incerteza. Esta segunda edição, propõe uma reflexão em torno do “Desejo”, entendido como força motriz da ação humana e das dinâmicas coletivas, atravessando temas como o prazer, o poder, a liberdade, a economia, a arte e o conhecimento.
Para Nuno Piteira Lopes, presidente da Câmara Municipal de Cascais, “quando se fala de filosofia, fala-se de realidade, porque a filosofia só existe porque a realidade existe. E a realidade é um mistério que nos está sempre a surpreender, que exige espanto e gera espanto’. Acrescenta, ainda, que ‘com mais uma edição deste evento no nosso território, Cascais torna-se berço da reflexão sobre a verdade e uma referência nacional no mundo do pensamento e da cultura.”
Já para o professor Salvato Teles de Menezes, presidente e director-delegado da Fundação D. Luís I, “o ESPANTO nasceu com uma ambição rara: retirar a filosofia dos espaços estritamente académicos e devolvê-la à cidade, ao encontro público, à experiência comunitária e à vida concreta. Distribuído por vários espaços emblemáticos do concelho, entre eles a Casa das Histórias Paula Rego, o Centro Cultural de Cascais e o Parque Marechal Carmona, o festival conseguiu articular excelência curatorial com uma notável capacidade de integração territorial e social, incluindo sessões em bairros comunitários, o que deu ao evento uma dimensão pública e cívica incomum.”
Catarina Barosa, fundadora da associação e festival ESPANTO, afirma que “o Centro Cultural de Cascais, antigo Convento nossa Senhora da Piedade, foi, no século XVI, uma das primeiras escolas de Filosofia do nosso país. Por isso, se alguém tivesse dúvidas sobre poder ser Cascais a receber o primeiro Festival Internacional de Filosofia do nosso país, essas dúvidas ficam agora desfeitas. Aqui fazia-se alquimia, transformava-se a matéria e a pedra filosofal fazia parte deste arranjo alquímico. Para quem se questione de hoje em diante sobre porquê Cascais, a resposta é esta: foi aqui que tudo começo há cinco séculos.”
Sobre o tema escolhido para esta edição, acrescenta “o desejo atravessa a existência individual moldando também as grandes dinâmicas colectivas: a aventura da tecnociência, o império crescente do consumo e as reviravoltas contemporâneas da geopolítica não são fenómenos isolados, mas estão intimamente ligados a ele. É apetite, coragem, vontade e aspiração de preencher o vazio existencial. O desejo transcende-se a si mesmo e, nesse próprio movimento, o Homo Sapiens não cessa de se construir.”
Contactos: +351 913 335 560 / nuno.garrido@casaviva.pt / @nuno_miguelgarrido
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