IMOBILIÁRIO: Cinco municípios do Oeste com arrendamento barato...



Oeste com cinco municípios entre os mais baratos

Cinco municípios da região Oeste destacam-se entre os mais acessíveis para arrendar casa em Portugal. Alcobaça lidera com 9,1 euros/m², seguida por Lourinhã (9,6 euros/m²), Caldas da Rainha (9,7 euros/m²), Torres Vedras (10,4 euros/m²) e Peniche (10,4 euros/m²). Estes valores posicionam a região como uma das mais competitivas em termos de custos de arrendamento, especialmente para famílias e jovens à procura de habitação acessível.

Benavente, no distrito de Santarém, é o município com o metro quadrado mais barato do país, a 5,2 euros/m². Outros municípios com rendas inferiores a 7,5 euros/m² incluem Bragança, Castelo Branco, Santa Maria da Feira e Viseu. Estes dados mostram que arrendar casa fora dos grandes centros urbanos ainda é significativamente mais económico.

Municípios com rendas abaixo dos 10 euros/m²

Além dos cinco municípios do Oeste, outros concelhos apresentam preços médios competitivos para arrendar casa. Entre eles encontram-se Abrantes (8 euros/m²), Barcelos (8,2 euros/m²), Covilhã (8,5 euros/m²), Vila Nova de Famalicão (8,6 euros/m²), Ovar (8,8 euros/m²), Esposende (8,9 euros/m²) e Caminha (8,9 euros/m²). Também Alcobaça, Valongo (9,3 euros/m²), Leiria (9,3 euros/m²), Viana do Castelo (9,5 euros/m²), Figueira da Foz (9,6 euros/m²), Lourinhã (9,6 euros/m²), Caldas da Rainha (9,7 euros/m²) e Ílhavo (9,8 euros/m²) oferecem opções acessíveis para arrendar casa.

Outros municípios do Norte e Centro, como Póvoa de Varzim, Vila do Conde e Braga, têm rendas de 10,2 euros/m², enquanto Torres Vedras e Peniche mantêm-se em 10,4 euros/m². Estes números reforçam que é possível arrendar casa com custos moderados fora dos grandes centros urbanos, sobretudo em regiões com menor pressão imobiliária.

Municípios mais caros para arrendar casa

Por outro lado, os municípios mais caros para arrendar casa concentram-se em Lisboa e na linha costeira. A capital lidera com 21,7 euros/m², seguida de Cascais (20,1 euros/m²), Sines (18,6 euros/m²), Loulé (17,2 euros/m²) e Oeiras (17 euros/m²). Estes valores refletem a elevada procura, a escassez de oferta e a pressão turística, que tornam arrendar casa mais difícil e dispendioso nestas áreas.

A disparidade entre municípios mais baratos e mais caros evidencia que arrendar casa em Portugal continua a variar significativamente conforme a localização. Para quem procura habitação acessível, regiões como o Oeste e algumas cidades do interior oferecem oportunidades mais económicas, enquanto a capital e os concelhos costeiros mantêm rendas elevadas.

Contactos: +351 913 335 560 / nuno.garrido@casaviva.pt / @nuno_miguelgarrido

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